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27/06/2022

Vet News 20 de Junho, 2022

 

  1. Inverno deve ter chuvas abaixo da média no Sul e no Sudeste

O inverno no Hemisfério Sul começa no dia 21 de junho de 2022 (terça-feira), às 06h14 e termina no dia 22 de setembro às 22h04 (Horário de Brasília).

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), neste ano, a ação do fenômeno La Niña deve persistir durante todo o inverno, com tendência de potencializar as chuvas nas regiões Norte e Nordeste e reduzir a possibilidade de chuvas mais intensas no Sul e no Sudeste.

A estação é normalmente marcada pelo período menos chuvoso das regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, enquanto os maiores volumes de chuva concentram-se sobre o noroeste da Região Norte, leste do Nordeste e parte da Região Sul do Brasil.

Além de uma menor incidência de radiação solar, a estação caracteriza-se também, pelas incursões de massas de ar frio, vindas do sul do continente, que provocam queda acentuada da temperatura do ar, resultando em valores médios inferiores a 22ºC sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil. Esta diminuição de temperatura, pode ocasionar:

I) Formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no estado do Mato Grosso do Sul;

II) Queda de neve nas áreas serranas e planaltos da Região Sul;

III) Episódios de friagem nos estados do Mato Grosso, Rondônia, Acre e no sul do Amazonas.

Durante a estação, em função das inversões térmicas no período da manhã, são comuns as formações de nevoeiros e/ou névoa úmida nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com redução de visibilidade, impactando especialmente em estradas e aeroportos.

Com a redução das chuvas em grande parte do país nesta época do ano, tem-se a diminuição da umidade relativa do ar, que consequentemente, favorece o aumento da incidência de queimadas e incêndios florestais, bem como aumento de doenças respiratórias.

 

Artigo completo em: https://www.portaldbo.com.br/inverno-deve-ter-chuvas-abaixo-da-media-no-sul-e-no-sudeste/

 

2. Novidades CRV

 

A CRV busca cada vez mais garantir a melhor genética ao pecuarista, por isso, procura sempre por novidades para sua bateria de reprodutores. Na edição desta semana, o destaque de touros disponibilizados no IFert fica por conta dos reprodutores, CONSAGRADO, CULT e CUMARU que você confere a seguir:

CONSAGRADO, acesse em nossa loja: https://loja.crvbrasil.com.br/semen/touros-de-corte-europeu/aberdeen-angus/consagrado-aberdeen-angus

Touro de linhagem argentina e americana, Consagrado é indicado para sistemas semi-intensivos. Indicado para quem busca bezerros pesados na desmama, é um touro precoce e com rápida deposição de gordura na carcaça. Possui grande capacidade de colocar marmoreio na carne e é excelente em comprimento e volume de musculatura e pelo curto.

 

CULT, acesse em nossa loja: https://loja.crvbrasil.com.br/semen/touros-de-corte-europeu/aberdeen-angus/cult-aberdeen-angus

Touro de linhagem americana, Cult é indicado para sistemas semi-intensivos. Embrião importado dos EUA, direto da Connealy Angus, recebeu o selo da Associação Americana “Targeting de Brand”, pela sua qualidade de carne. É indicado para quem busca fazer bezerros pesados na desmama (TOP 1%) e acelera o ganho de peso nos pós desmama, encurtando a recria (TOP 2%). Além disso, produz animais com carcaça pesada, com ótimo rendimento, acabamento e marmoreio.

 

CUMARU, acesse em nossa loja: https://loja.crvbrasil.com.br/semen/touros-de-corte-europeu/aberdeen-angus/cumaru-aberdeen-angus

Touro de linhagem brasileira, Cumaru é indicado para sistemas semi-intensivos. O touro tem origem em um dos principais criatórios de Angus do Brasil e é indicado para segurar as fêmeas F1 para matriz com pelo curto e muito leiteiras. Transmite elevado AOL (TOP 3%), característica fundamental para rendimento de carcaça e é indicado para quem busca carcaças pesadas no abate.

 

  1. Conteúdo Técnico

 

Conceito de índice de seleção para bovinos leiteiros

O índice de seleção genético pode ser um indicador abrangente para avaliação do rebanho e serve de auxílio na tomada de decisões de acasalamento, descarte e manejo com base em um conjunto de características de interesse econômico e técnico. Os índices de seleção são elaborados com base nas avaliações genéticas de características específicas, em que pesos (de acordo com a importância) são atribuídos para cada característica que compõem o índice de acordo com os objetivos de seleção almejados, seja para o direcionamento produtivo ou de caráter estritamente econômico. Por meio dos índices de seleção, os animais podem ser classificados de acordo com seu potencial de acordo com um grupo ou conjunto de características. A utilização do índice de seleção como critério de escolha de reprodutores permitirá um ganho genético mais rápido do que uma simples tomada de decisão baseada no aspecto fenotípico e/ou de parentesco de uma maneira aleatória.

Para utilizar adequadamente os índices de seleção e obter o maior retorno do investimento, alguns passos importantes devem ser seguidos: 1 - Estabeleça metas para a fazenda – o que você deseja alcançar através do seu programa genético?; 2 - Identifique as características de importância que se relacionam com os objetivos – como as características selecionadas o ajudarão a atingir esses objetivos?; 3 - Selecione o índice que melhor se adapta às suas necessidades – Os índices pesam as características de forma diferente, escolha o índice que melhor se adapta aos seus objetivos e/ou mercado de leite no qual está inserido; 4 - Utilize informações para tomar decisões – classifique as fêmeas e divida-as em grupos para decisões de acasalamento, selecione touros estrategicamente e sempre com base no mérito genético.

Diversos países (ou bases genéticas distintas) possuem índices genéticos próprios. O NVI é o índice de mérito total que reflete os objetivos de criação de produtores de leite da Holanda e de regiões próximas na Europa. Também há criadores que preferem selecionar touros com base em um dos índices americanos totais TPI ou NM$. Dentre as principais diferenças existentes nas composições dos índices de seleção NVI e TPI, estão os pesos atribuídos aos grupos de características. Por exemplo, o TPI apresenta um peso relativamente grande para o conjunto de características de produção, por outro lado, os pesos atribuídos a saúde são menos importantes na fórmula do TPI do que no NVI. Ainda, o NVI preconiza a longevidade das vacas, o que no longo prazo pode fazer grande diferença na rentabilidade dos rebanhos. A CRV Brasil possuí touros que atendem aos dois perfis de índices de seleção citados acima, facilitando a escolha de reprodutores para os mais diferentes perfis de rebanhos presentes no cenário brasileiro. Peça o auxílio de um técnico da CRV Brasil para lhe orientar mais detalhadamente sobre a utilização desta poderosa ferramenta genética.

Prof. Dr. Victor Pedrosa – UEPG e Conselheiro Técnico da CRV.